sexta-feira, 29 de outubro de 2010

História do Tocantins


A História do Tocantins começa antes do descobrimento do Brasil, quando o atual território do estado era povoado pelos índios xingus etxucarramães.


Século XVI, dentro do contexto da política mercantilista que concentrava no comércio, o acúmulo de riquezas, e nas posses de colônias e metais preciosos, surge inerente à descoberta (usaremos o termo chegada, visto que os índios já viviam aqui quando os Portugueses chegaram), do Brasil, o processo de ocupação do hoje conhecido estado do Tocantins.
Período colonial

A fase pré-colonial cuja maior referência é a chegada dos colonizadores em 22 de abril de 1500, traz a luz fatos interessantes que permeiam o início do processo de colonização das regiões que deram origem ao estado.
O Tratado de Tordesilhas, que dividia terras recentemente descobertas em meados de 1494, trairia o rei de Portugal, de forma que mais tarde por medo de perder seu mais novo território para outros países organizara sua primeira expedição comandada por Martin Afonso de Sousa, isso em 1530, já que suas chamadas expedições Guarda-costas, não apresentaram resultados contra os corsários e piratas que contrabandeavam o Pau-brasil.

English - cutlery

Glass ----------------------------------->












Napkin ---------------------------->










Plate ------------------------>










Fark ------------------------>










Spoon --------------------------->








Knife --------------------------->    








Cup -----------------------> 












Saucer ----------------------->









Espanõl - Aula I

                                                                                     Yo hablo espanõl
                                                                                     Tú hablas                                
                                                                                     Él habla english
                                                                                     Ella habla                                                                            
                                                                                     Nossotros hablamos                             
                                                                                     Vossotros hablais  
                                                                                     Ellos hablam 




 


Yo bailo el tango







Me gusta las tapas
gusto, gustas, gusta, gustamos....               
                                                                       














                                                                                                                          

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Quilombos da Vassoura

Em 1838, cerca de trezentos escravos das lavouras de café de Vassouras, na província do Rio de Janeio, empreenderam uma rebelião contra seus senhores. A revolta poderia adquirir proporções gigantescas caso os revoltosos tivesses tomado uma fábrica de pólvora que ficava no pé da Serra da Estrela. O movimento assustou tanto os senhores locais que foram convocados tropas do governo imperial para sufocar a rebelião. Manoel Congo, considerado o líder, foi conenado á morte na forca. Os outros escravos foram sentenciados a três anos de gonzo de 650 chibatadas, aplicadas na dose máxima de cinquenta ao dia, para evitar que morresem antes de terminada a pena. A mulheres como Mariana Crioulla, proclamada rainha do levante pelos revoltosos, foram absorvidas.


  








Balaiada

No ano de 1838 surgiu um movimento popular no Maranhão. Este era contrário ao poder e aos aristocratas rurais que, até então, dominavam aquela região. Em dezembro de 1838, Raimundo Gomes (líder do movimento), com objetivo de libertar seu irmão que se encontrava preso em vila Manga, invadiu a prisão libertando não só seu irmão, mas também todos os outros que se encontravam presos. Após algumas conquistas dos balaios, como a tomada de Caxias e a organização de uma Junta Provisória, o governo uniu tropas de diferentes províncias para atacá-los. Contudo, Os balaios venceram alguns combates. Outros líderes, como, por exemplo, o coronel Luís Alves de Lima e Silva também entrou em combate com os revoltosos. Entretanto, o comandante dos balaios, Raimundo Gomes, rendeu-se. Após a morte de Balaio, Cosme (ex-escravo e um dos principais chefes dos balaios) assumiu a liderança do movimento e partiu em fuga para o sertão. Daí em diante, a força dos balaios começou a diminuir, até que, em 1840, um grande número de balaios rendeu-se diante da concessão da anistia. Pouco tempo depois, todos os outros igualmente se renderam. Com a completa queda dos balaios, Cosme foi enforcado.


A Sabinada

A Bahia, desde o período colonial, se destacou como palco de luta contra a opressão política e o desmando governamental. Entre outras rebeliões de escravos desencadeadas durante a Regência, a Sabinada se destacou enquanto movimento de natureza eminentemente popular. Antes do seu desenvolvimento, um grupo de negros malês tentou conquistar da cidade de Salvador. Contudo, mediante a delação às autoridades, essa primeira revolta não se desenvolveu. Nesse segundo momento, liderados pelo médico Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira, os participantes da Sabinada se opsueram a mal resolvida questão da centralização política que se arrastava desde o início do Brasil Império. 
Em 7 de novembro de 1837, o movimento conseguiu a adoção dos militares da Fortaleza de São Pedro. Contando com tal apoio, os revoltosos obrigaram o governador Francisco de Souza Paraíso a abandonar seu cargo. Logo após o golpe político, Sabino e seus comparsas decretaram a criação da República Bahiense. Apesar de conseguir sua consolidação, o novo governo se instituiu em caráter transitório, até que o herdeiro do trono brasileiro, Dom Pedro II, chegasse à maioridade. No âmbito social, a nova república, criada em solo baiano, prometia conceder liberdade a todos os escravos que apoiassem o governo. Em resposta ao movimento, o governo regencial nomeou um novo governador e organizou um destacamento de forças militares destinadas a dar fim ao levante. Após bloquear as saídas marítimas de Salvador, as tropas do governo iniciaram o ataque terrestre. Entre os dias 13 e 15 de março, as ruas de Salvador foram ocupadas pelas forças regenciais, que renderam os participantes da revolta. Logo após a batalha, os líderes da revolta foram julgados, sendo que três foram condenados à morte e os demais à prisão perpétua. No entanto, as penas foram posteriormente abrandadas para o degredo em território nacional.

A Guerra dos Farrapos

A Guerra dos Farrapos ocorreu no Rio Grande do Sul na época em que o Brasil era governado pelo Regente Feijó (Período Regencial).  Esta rebelião, gerada pelo descontentamento político, durou por uma década (de 1835 a 1845). O estopim para esta rebelião foi as grandes diferenças dos ideais entre dois partidos: um que apoiava os republicanos (os Liberais Exaltados) e outro que dava apoio aos conservadores (os Legalistas). Em 1835 os rebeldes Liberais, liderados por Bento Gonçalves da Silva, apossaram-se de Porto Alegre, fazendo com que as forças  imperiais fossem obrigadas a deixarem a região. Após terem seu líder Bento Gonçalves capturado e preso, durante um confronto ocorrido na ilha de Fanfa ( no rio Jacuí), os Liberais não se deixaram abater e sob nova  liderança  (de António Neto) obtiveram outras vitórias. Em novembro de 1836, os revolucionários proclamaram a República em Piratini e Bento Gonçalves, ainda preso, foi nomeado presidente. Somente em1837, após fugir da prisão, é que Bento Gonçalves finalmente assume a presidência da República de Piratini. Mesmo com as forças do exército da regência, os farroupilhas liderados por Davi Gonçalves, conquistaram a vila de Laguna, em Santa Catarina, proclamando, desta forma, a República Catarinense. Entretanto, no ano de 1842, o governo nomeou Luiz Alves de Lima e Silva  para comandar as tropas que deveriam os farroupilhas.  
Apos três anos de batalha e várias derrotas, os "Farrapos" tiveram que aceitar a paz proposta por Duque de Caxias. Com isso, em 1845, a rebelião foi finalizada.